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17.Nov - Testemunhos: fiéis contam como viveram o Ano da Misericórdia
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Testemunhos: fiéis contam como viveram o Ano da Misericórdia

Ano da Misericórdia termina neste domingo, 20; período foi experiência de fé e de misericórdia para muita gente, confira.


Nesse Ano da Misericórdia, o propósito do Papa Francisco foi estimular os fiéis a fazerem uma experiência com a misericórdia divina, além de incentivar as obras de misericórdia.


O Ano teve início em 8 de dezembro de 2015 e termina neste domingo, 20. Ao longo de todo esse período, foram várias as iniciativas que surgiram em âmbito diocesano e paroquial, além dos pequenos Jubileus realizados no Vaticano, com a presença do Papa Francisco. Foram oportunidades dos fiéis fazerem a experiência proposta pelo Papa. Confira a seguir relatos de como alguns fiéis viveram esse Ano Santo: 


 



jeffersonJefferson Almeida, Lorena (SP)


Viver esse Ano Santo foi um verdadeiro banhar-se na misericórdia infinita do pai. Um verdadeiro contemplar esse mistério da misericórdia, de um Pai que não condena, mas que nos acolhe independente de nossas escolhas e faltas. Foi um tempo maravilhoso ao qual Deus veio ao nosso encontro, e esse ano da misericórdia foi apenas a porta pra que chegássemos até ele. Pude, nesse tempo, fixar meu olhar nesse Pai que acolhe com misericórdia, para ser um sinal eficaz de Deus na vida de quem está próximo, tempo favorável pra reconciliar em primeiro lugar comigo mesmo para viver bem em comunhão com o próximo através desse encontro com a misericórdia que vem direto do coração de DEUS.


maria claraMaria Clara Costa Novaes, Montes Claros (MG)


Desde o primeiro anúncio sobre o Jubileu da Misericórdia meu coração já se encheu de júbilo, uma vez que eu percebi o quanto ele era necessário para o tempo em que vivemos e, sobretudo, para mim, pois eu já sabia que 2016 seria o ano da minha consagração na comunidade em que vivo (Filhos de Maria). Tive uma experiência profunda com a misericórdia de Deus na quaresma deste ano, depois ganhei de surpresa minha ida para a JMJ na Cracóvia e ainda por cima uma visita à Terra Santa. Está sendo um Jubileu muito intenso!




sandraSandra Regina Silva de Oliveira, Lorena (SP)


Um ano cheio da misericórdia de Deus, de muitas provações, tribulações e dificuldades mesmo. Houve dias que queríamos desistir de tudo na correria e na busca incansável da nossa fé. Fomos surpreendidos várias vezes, exclamando “vamos conseguir e superar só por um milagre” e Deus, na sua infinita misericórdia, nos agraciava com mais um milagre! Puxa, se nós tivéssemos a fé do tamanho de um grão de mostarda como seria a nossa vida? Se a nossa fé não é do tamanho de um grão de mostarda e já conseguimos tanto, eu descobri que, no silêncio dos nossos pensamentos e na profundidade da batida de nosso coração, Deus já age em nosso favor. O Ano da Misericórdia para nós não foi, ele apenas iniciou em nossas vidas a misericórdia que tem que ser vivida dia a dia e nossos corações modificados para vivermos a santidade.




paulo victorPaulo Victor Araújo, Iguatu (CE)


Para mim, esse Ano Santo da Misericórdia foi uma fonte de graças a bênçãos. Tive a oportunidade e passar pela Porta Santa algumas vezes e senti Deus me tocando e chamando para a santidade. Também nesse período, ele suscitou em mim o dom de pregar e, também, a graça de me consagrar a Nossa Senhora pelo método de São Luís. Graças e Louvores a Jesus e a Maria.


 


juninhoJosé Carlos Júnior, Lorena (SP)


A primeira coisa que me tocou ao longo desse Ano e me ajudou a ver que vivíamos algo especial foi a abertura das “Portas da Misericórdia” em todas as dioceses do mundo. Em seguida, a figura que me marcou e me ajudou a entender o que estávamos vivendo foi sem dúvida o Papa Francisco e seus atos especiais nas sextas-feiras: oração pelos mais necessitados, visita a presídios, asilos, orfanatos, e até a padres que decidiram seguir um outro caminho. Esses atos dele me ajudaram a compreender que “Julgamento” e “Misericórdia” não combinam. Procurei rezar mais pelos outros, olhar mais a necessidade de quem está à minha volta, e me aproximei mais das pessoas de idade, descobrindo o valor e a bagagem rica que trazem. Procurei também me confessar com mais frequência e me dei conta de que a Misericórdia de Deus não é apenas perdão, ela é um ato de “re-criação” do homem, ato esse que só Deus pode fazer e se manifesta de uma maneira simples e bela no sacramento da reconciliação. Levo comigo mudanças de concepção e formas de pensamento, sobretudo ao me dar conta que nós seres humanos somos todos feitos da mesma argila, temos a mesma dignidade, e nesse momento doloroso que vivemos, a Misericórdia de Deus agindo através de nos é um rico remédio para os que mais sofrem.



Fonte: Canção Nova

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