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28.Jan - Oração, cantos, testemunhos: jovens despedem-se da JMJ 2019
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Oração, cantos, testemunhos: jovens despedem-se da JMJ 2019

Coragem. Uma moral forte diante do perigo e os riscos, um sentimento que inspira bravura e intrepidez, essa foi a exortação do Papa Francisco aos jovens na Jornada Mundial da Juventude 2019. O pedido reveste uma segunda-feira de recomeços, após seis dias de festa, oração, cantos, danças, testemunhos, cores e culturas, sob o sol do Panamá. Agora, peregrinos de 156 nacionalidades regressam a seus países com uma reflexão pulsante sobre a palavra que deu origem à história de amor no mundo: o “sim” de Maria.


 


“Não tenham medo de dizer ao Senhor que vocês também querem fazer parte da sua história de amor no mundo”, encorajou Francisco. Os aplausos, gritos e saudações que acolheram o líder da Igreja Católica na quinta-feira, 24, para o início da JMJ 2019, deram lugar, no decorrer dos dias, ao silêncio ensurdecedor de uma multidão reflexiva diante da convocação para o abandono dos medos, das contradições e fragilidades. O pedido era que “deixassem-se influenciar” por Maria, aquela que, de acordo com o Papa, teve e tem maior influência na história.


 


Na memória da Via-sacra de Jesus, os sofrimentos do passado e do presente foram recordados e, mais que respostas, os jovens ganharam questionamentos. “O que você faz? Como reage à vista de Jesus que sofre, caminha, emigra no rosto de tantos amigos e desconhecidos que ‘tornam-se’ invisíveis? Consola e acompanha o Senhor, inerme e sofredor nos mais pequenos e abandonados? Ajuda-o a carregar o peso da cruz, como o Cireneu, fazendo-o operador de paz, criador de alianças, fermento de fraternidade? Permanece ao pé da cruz, como Maria?”, indagou Francisco.


 


A procura era por respostas, e os olhos sabiam por qual horizonte elas viriam, fixavam-se em Maria. O pedido do Papa era que os jovens os mantivessem assim, abertos, resgatados da paralisia e da confusão. “Ensinai-nos a dizer: estou aqui com o vosso Filho, com Maria e tantos discípulos amados que desejam acolher o vosso Reino no seu coração”, rogou o Santo Padre. Ser o “agora” de Deus, a geração da escuta, da unidade, da promoção, da construção do sonho comum, este foi o ânimo e vigor dado pela Igreja aos jovens. A convocação vem, de acordo com Francisco, de um Deus que define o amor como sinônimo de “tudo”.


 


A frase do Papa, dita na cerimônia de acolhida, é parte agora da recepção de um novo dia, mês, ano e história da juventude cristã que despediu-se, neste domingo, 27, de uma vida de perguntas sem respostas para viver a fé da resposta. “Cada um regressará à casa com aquela força nova que se gera sempre que nos encontramos com os outros e com o Senhor”, disse o Pontífice.


 


Para Portugal, em 2022, próxima edição do evento, a expectativa é de uma juventude alimentada pelo despojo do supérfluo e preenchida de um protagonismo cristão e social que tenha brotado das palavras de Maria que sucederam seu “sim” a Deus: “Faça-se em mim a tua palavra” (Lc 1, 38).


Fonte: Canção Nova

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